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Bauhaus
Este ensaio conceitual nasceu de uma colaboração criativa entre dois fotógrafos Danilo Folkowski, Guilherme Bellisario no curso de Fotografia de Moda e Editorial no Senac Santos. Inspiramo-nos no movimento Bauhaus — escola alemã fundada em 1919 por Walter Gropius, que uniu arte, design e arquitetura em uma linguagem minimalista e funcional, onde cada elemento possui um propósito estético e construtivo. A Bauhaus revolucionou a forma de pensar a criação, valorizando a integração entre as artes e exaltando formas geométricas puras, cores primárias e o diálogo entre função e beleza.
A composição visual carrega a geometria como protagonista: a maquiagem explora traços gráficos marcantes, enquanto o styling traz elementos retangulares posicionados na roupa como referência direta às composições de Piet Mondrian. As cores primárias — vermelho, azul e amarelo — ganham intensidade no contraste com o branco e o preto do cenário.
O bambolê foi incorporado como elemento cênico para criar movimento e fluidez em contraponto às linhas retas, estabelecendo um diálogo entre o estático e o dinâmico. A interação entre modelo, luz e formas constrói uma narrativa visual que celebra a interseção entre moda, arte e design — uma homenagem contemporânea à atemporalidade e ousadia da Bauhaus.
A composição visual carrega a geometria como protagonista: a maquiagem explora traços gráficos marcantes, enquanto o styling traz elementos retangulares posicionados na roupa como referência direta às composições de Piet Mondrian. As cores primárias — vermelho, azul e amarelo — ganham intensidade no contraste com o branco e o preto do cenário.
O bambolê foi incorporado como elemento cênico para criar movimento e fluidez em contraponto às linhas retas, estabelecendo um diálogo entre o estático e o dinâmico. A interação entre modelo, luz e formas constrói uma narrativa visual que celebra a interseção entre moda, arte e design — uma homenagem contemporânea à atemporalidade e ousadia da Bauhaus.


Desconstrução
Este editorial explora a desconstrução — da moda, da função e da forma.
A arquitetura e as linhas se contrapõem a um styling experimental que ressignifica peças tradicionais, transformando-as em novas possibilidades de vestir.
Neste processo criativo, duas camisas se unem para formar uma saia, uma saia longa é reinterpretada como vestido, três gravatas se transformam em top e um corset ganha nova leitura ao ser usado de forma invertida.
A proposta é provocar o olhar e instigar reflexões sobre o que é vestir, o que é história e o que é identidade.
A arquitetura e as linhas se contrapõem a um styling experimental que ressignifica peças tradicionais, transformando-as em novas possibilidades de vestir.
Neste processo criativo, duas camisas se unem para formar uma saia, uma saia longa é reinterpretada como vestido, três gravatas se transformam em top e um corset ganha nova leitura ao ser usado de forma invertida.
A proposta é provocar o olhar e instigar reflexões sobre o que é vestir, o que é história e o que é identidade.


ODS 12
Este editorial de moda conceitual é uma crítica poética e visual ao impacto do consumo e da produção irresponsável na sociedade contemporânea, em diálogo com a ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis) da ONU.
A escolha de materiais descartáveis e não convencionais, como o plástico, foi intencional para simbolizar o excesso, o descarte e a superficialidade do consumo rápido. O corpo da modelo se torna suporte de denúncia: envolto, aprisionado e transformado em metáfora do sufocamento causado pelo lixo que produzimos diariamente.
A iluminação dramática e as poses intensas reforçam o desconforto e a urgência da mensagem — questionar os limites entre moda, arte e ativismo. Cada imagem busca provocar reflexão sobre os efeitos de nossas escolhas de consumo e o papel da moda como ferramenta de crítica social.
Mais do que roupas, este ensaio fala sobre resíduos, impacto ambiental e a necessidade de regeneração. A estética experimental é, ao mesmo tempo, denúncia e manifesto.
A escolha de materiais descartáveis e não convencionais, como o plástico, foi intencional para simbolizar o excesso, o descarte e a superficialidade do consumo rápido. O corpo da modelo se torna suporte de denúncia: envolto, aprisionado e transformado em metáfora do sufocamento causado pelo lixo que produzimos diariamente.
A iluminação dramática e as poses intensas reforçam o desconforto e a urgência da mensagem — questionar os limites entre moda, arte e ativismo. Cada imagem busca provocar reflexão sobre os efeitos de nossas escolhas de consumo e o papel da moda como ferramenta de crítica social.
Mais do que roupas, este ensaio fala sobre resíduos, impacto ambiental e a necessidade de regeneração. A estética experimental é, ao mesmo tempo, denúncia e manifesto.


Ballet
Este editorial artístico foi inspirado na fluidez e na força invisível do vento. A bailarina, através da dança, transformou cada movimento em um diálogo entre corpo e ar, criando formas efêmeras e leves. O tecido acompanhou esse fluxo, expandindo o gesto e tornando visível a presença do vento em cena.
O ensaio explora a conexão entre a bailarina e o elemento natural, traduzindo em imagens a ideia de movimento contínuo, liberdade e transformação. A dança, o tecido e o vento se entrelaçam, revelando poesia em cada instante congelado pela fotografia.
O ensaio explora a conexão entre a bailarina e o elemento natural, traduzindo em imagens a ideia de movimento contínuo, liberdade e transformação. A dança, o tecido e o vento se entrelaçam, revelando poesia em cada instante congelado pela fotografia.
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